Entidade de classe de direito público privado, criada em 20.12.2008 com fulcro no projeto de expansão do aeroporto de congonhas. Tem como principio básico a defesa da propriedade nos seus valores tangiveis e intangiveis.
Criar esta entidade foi para mim o mesmo que parir um(a) filho(a)tendo como diferença a de que este(a) ja nasceu com destino muito bem definido. Temos o dever de não errar na sua formação doutrinaria, dar-lhe ferramenta concreta e planejamento adequado. Não deixar tangiversar quando tiver que tomar decisões, dar lhe personalidade forte e guerreira. Esta é a nossa unica arma disponivel. Portanto, avantes todos que lhe deram a luz.
Primeiramente gostaria de desejar à todos, um feliz inicio do ano de 2009. Sabemos que iniciaremos uma luta sem tregua, em prol de nossas propriedades. Vale lembrar que nossos oponentes são enormes e ricos.A expansão do aeroporto de Congonhas é ferramenta principal de crescimento economico das empresas aéreas, mais precisamente a TAM e GOL. Todos projetos de expansão dessas aereas, estão fincados no aerporto de Congonhas. Portanto, inicialmente este é o tamanho da briga.
Baseado na tarefa acima, foi criado hoje o Blog - AMEA AEROPORTO - cujo endereço de acesso é: ameaaeroporto.blogspot.com, esta ferramenta deverá ser nossa principal trincheira de combate. Peço à todos que a mantenha viva e estridente nos debates, tornando-a pública, o mais amplo possivel.
Atenciosamente. Edwaldo Sarmento. Vice Presidente da AMEA. 02.01.2009. 08:04PM.
A Infraero é uma empresa pública que opera 67 aeroportos, 80 unidades de apoio à navegação aérea e 32 terminais de logística de cargas. É responsável por nada menos que 97% da movimentação do transporte aéreo de passageiros e cargas no país. A empresa investe na reforma e ampliação da capacidade dos aeroportos sob a sua responsabilidade por meio de receita própria. Esta é proveniente das seguintes fontes: a) tarifas de embarque de passageiros, pouso e permanência; b) armazenagem e capatazia de carga aérea; c) concessão de espaços comerciais nos aeroportos; e d) prestação de serviços de comunicação e auxílio à navegação aérea.
Como empresa pública, criada por lei federal, em 1972, para a prestação de um serviço público, não se exigiu à época que fosse celebrado um contrato de concessão com o poder concedente. Ou seja, atuando, em tese, como concessionária para a exploração da infra-estrutura aeroportuária, a empresa era, de fato, a concedente de si mesma, como, aliás, ocorreu com a maioria das empresas estatais prestadoras de serviços públicos. Desta forma, criaram-se lacunas e pendências institucionais - até hoje não resolvidas - relacionadas com a regulação dos serviços prestados pela Infraero.
A este respeito, podem ser aventadas algumas questões importantes. Se não existe um contrato de concessão, a Infraero é uma concessionária? Ela deve ser objeto de regulação? Esta regulação é de competência da Anac? No caso de serem concedidos aeroportos para a exploração privada, a Infraero poderá fazer a sub-concessão?
A Lei de criação da Anac, no seu artigo 3º, diz que cabe à Anac "observar e implementar orientações, diretrizes e políticas estabelecidas pelo Conac", ressaltando adiante, em inciso: "estabelecimento de um modelo de concessão da infra-estrutura aeroportuária". No artigo 8º, inciso XXIV, está dito que a Anac "concede ou autoriza a exploração de infra-estruturas aeroportuárias no todo ou em parte". O inciso XXV acrescenta: "estabelecer o regime tarifário das explorações". A questão que se impõe, neste caso é: se a Infraero não é uma concessionária, por não dispor de um contrato de concessão, a Anac pode conceder ou autorizar a exploração dos aeroportos por ela operados, ou mesmo estabelecer o regime tarifário?
Ao se ventilar a possibilidade de exploração privada de alguns aeroportos da Infraero, cabe fazer algumas considerações. Quais seriam, em tese, as possibilidades? Pode-se ventilar três hipóteses:
1) A simples abertura do capital da Infraero, tornando-a uma Sociedade Anônima de capital aberto e ações negociadas em bolsa - com maioria ou não do capital da União. Neste caso, mantém-se a gestão da infra-estrutura aeroportuária como um sistema integrado e a preservação do mecanismo de subsídio cruzado aos aeroportos deficitários. As vantagens desta alternativa são as de: I) exercer um controle maior sobre a aplicação de recursos, por meio de auditorias externas independentes; II) reduzir as interferências político-partidárias, tanto na gestão empresarial, quanto na dos recursos humanos e financeiros; e III) dar maior racionalidade aos investimentos frente às pressões concretas da demanda.
2) A concessão por lotes de aeroportos rentáveis e não rentáveis, com encargos claramente definidos de investimentos em pistas, pátios e terminais. Cabe lembrar que a exploração das infra-estruturas aeroportuárias é um serviço público e, portanto, não pode estar sujeita apenas à regulação do mercado. Deve ser objeto de concessão de longo prazo e à regulação por parte de um ente regulador autônomo. Nesta alternativa, pode-se, inclusive, conceber um sistema em que se mantém a Infraero como empresa holding, responsável pelo planejamento e definição de estratégias globais, e empresas subsidiárias que seriam "privatizadas" para a exploração dos lotes.
3) A hipótese de conceder à exploração privada apenas os poucos aeroportos rentáveis, por meio de concessões específicas, deve ser precedida da superação das lacunas e pendências institucionais. Se não existe contrato de concessão e, portanto, não se define claramente como se dá a regulação, como se estabeleceria, no caso, uma sub-concessão? A questão adicional, nesta hipótese, é a de como poderia o governo garantir - de forma clara e prévia - qual será a fonte de recursos necessários para os investimentos e a operação adequada e segura dos aeroportos não rentáveis?
É sempre oportuno lembrar que concessões bem-sucedidas são aquelas pautadas por um duplo balizamento. De um lado, um marco regulador moderno e eficaz e, de outro, um planejamento de longo prazo e políticas públicas consistentes que abarquem as infra-estruturas objeto de concessão.
Olhando para o futuro, independente do tipo de cenário projetado, os investimentos nas infra-estruturas aeronáutica e aeroportuária deverão ser incrementados de forma significativa a médio e longo prazo. Será importante: I) conter a dispersão de recursos por uma grande diversidade de aeroportos, sem critérios claros de prioridades decorrentes das necessidades da demanda; e II) distribuir os investimentos de acordo com o que a demanda e a segurança exigem em termos de terminais, pátios, pistas e sistemas de aproximação e proteção ao vôo. Desta forma, será possível estimular o crescimento do transporte aéreo e a sua popularização, que devem ser vistos como positivos para o país.
Para viabilizar esses investimentos, há que se avaliar todas as possibilidades de financiamento, o que passa necessariamente pelo complexo debate acerca da privatização, estatização ou modelo misto de parcerias, para a exploração da infra-estrutura aeroportuária em suas diversas formas possíveis.
Josef Barat, economista, consultor, ex-diretor da Anac, é presidente do Conselho de Desenvolvimento das Cidades da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Copilado por: Edwaldo Sarmento Vice Presidente da AMEA. 12.01.2009.
Deputado requer informações oficiais sobre ampliação de pistas em Congonhas
01 Janeiro 2009
Ideia de estender as áreas de pouso e de decolagem pela cabeceira das pistas levará a desapropriação de 2 mil residências no bairro do Jabaquara
Diante do anúncio, feito pela imprensa, da ampliação das duas pistas do Aeroporto de Congonhas, o deputado e professor Carlos Giannazi encaminhou Requerimentos de Informações para a Prefeitura de São Paulo, ao governo estadual e ao Ministério da Defesa solicitando dados oficiais sobre essa medida, cuja efetivação deverá desapropriar cerca de 2 mil habitações na região do Jabaquara.
Giannazi, que participou de reuniões com os moradores, argumenta que até agora ninguém foi consultado ou mesmo informado oficialmente sobre as desapropriações.
"A maioria dos moradores não quer sair do bairro e uma parte acha que a prefeitura pagará valores inferiores aos negociados no mercado imobiliário", disse o parlamentar. Ele criticou a posição do poder público em deixar a população local insegura e de fazer 'terrorismo psicológico' ao não conversar ou consultar duas mil famílias moradoras do bairro.
Congonhas emite ruído em excesso e afeta até hospitais
Relatório da Infraero aponta que barulho provocado por aeroporto está acima do que prevê lei
Para obter licença, Infraero terá de tomar medidas como reduzir testes de motor em solo e substituir alto-falante por painéis
Caio Guatelli - 13.jun.08/Folha Imagem
Avião sobrevoa região de aeroporto de Congonhas (zona sul de SP)
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO DA REPORTAGEM LOCAL
As operações do aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo, emitem ruídos acima do limite previsto na legislação. O barulho em excesso atinge casas, escolas e hospitais e incomodam quem permanece na sala de embarque e no espaço reservado a autoridades. As informações estão no Rima (Relatório de Impacto Ambiental) que a Infraero encomendou à empresa VPC/ Brasil para permitir o licenciamento de operação do aeroporto. O documento foi encaminhado pela estatal à prefeitura. É a primeira vez que Congonhas, inaugurado nos anos 30, busca licença do município para operar, mas isso só ocorreu depois que a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente aplicou multa de R$ 10 milhões à Infraero, em abril de 2008. A multa ocorreu porque a empresa, segundo a secretaria, se negava a apresentar o documento. A licença vai apontar o que a Infraero tem de fazer para corrigir o barulho. O relatório recomenda, por exemplo, a redução dos testes de motores em solo e a substituição dos alto-falantes na sala de embarque por painéis eletrônicos. Caso não cumpra as determinações do licenciamento ambiental, o aeroporto pode ser multado e até ter, em tese, a licença cassada pela prefeitura. Os técnicos que fizeram o relatório concentraram as medições no período diurno (Congonhas funciona das 6h às 23h). O trabalho foi feito entre 14 e 31 de outubro do ano passado. O Rima mostra que, dos 13 pontos em que foi medido o nível de ruídos, em 10 o som estava acima do permitido. Entre os quais a escola João Carlos da Silva Borges (67,8 decibéis para um limite de 60), o hospital dos Defeitos da Face (61,3 decibéis medidos e limite de até 58 decibéis) e o hospital Nossa Senhora de Lourdes (58,9 decibéis para um limite de 58). Nem mesmo as instalações internas do aeroporto, que deveriam ter proteção acústica, escapam. No terraço do restaurante, a medição apontou 69 decibéis em um local em que o máximo deveria ser de 50. Na sala de embarque, eram 62 decibéis para o limite de 52. Além do incômodo, o excesso de barulho pode provocar problemas de audição, distúrbios nervosos e até reduzir a imunidade, dependendo dos níveis e do tempo de exposição. Em 2006, a Folha publicou que a mancha de ruído de poluição sonora de Congonhas havia, entre 1994 e 2004, ultrapassado a avenida Ibirapuera e chegado perto do Itaim, conforme avaliação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A Folha procurou a Infraero anteontem para saber que medidas a estatal pretendia adotar para corrigir os problemas, mas não obteve resposta. Uma assessora disse somente que a estatal espera as conclusões de uma audiência pública, prevista para o dia 29, para ouvir as recomendações.
Artigo enviado pelo colega, W.Gomes, copiado do caderno Cotidiano da FSP.
Exposição freqüente aos ruídos do aeroporto pode levar a perda auditiva
A Infraero divulgou um relatório de impacto ambiental (Rima), necessário para permitir o licenciamento de operação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no qual consta que as operações do local emitem ruídos acima do permitido por lei. O barulho atinge casas, escolas e até hospitais, incomodam e prejudicam a saúde auditiva de pessoas que permanecem na área de embarque e no espaço das autoridades. Ao saber disso, a ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) enfatiza o risco que o excesso de barulho pode trazer as pessoas que residem e que convivem constantemente com os ruídos do aeroporto.
O som emitido por um avião pode atingir até 140 decibels (durante a decolagem), sendo que o máximo permitido pelos médicos e pela OMS é de 85db. Os pátios de aeroportos ficam no limite recomendado pelos otorrinos, já que os ruídos ficam em torno de 80 e 85 decibels. O otorrinolaringologista Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, Diretor de Comunicação da ABORL-CCF, alerta sobre os problemas que podem acometer as pessoas que ficam expostas diariamente aos ruídos excessivos do aeroporto. "As pessoas que trabalham regularmente próximo ao aeroporto, quando expostas a níveis de ruído superiores a 85 decibels, podem apresentar diversas manifestações como irritação, zumbidos, e eventualmente diminuição da audição", diz.
Uma maneira de prevenir a perda auditiva é o uso de protetores auriculares, item obrigatório aos trabalhadores que ficam expostos ao barulho dentro de Congonhas. "As pessoas que trabalham no aeroporto em locais de exposição a ruídos, como na estacionamento das aeronaves, usam os protetores adequados para evitar o trauma acústico contínuo, que também pode levar a perda auditiva", diz Piza.
Audição em perigo
O barulho de Congonhas aumenta, literalmente, ano a ano. Quando o aeroporto foi criado, a região em volta era um descampado, os aviões menores e menos barulhentos. Atualmente, está completamente cercado por habitações e pessoas, e com um nível de ruído muito maior. ABORL-CCF recomenda medidas da Infraero para que o aeroporto se adéque às normas e funcione, para o bem dos ouvidos de todos da região, em bom som.
21.01.2009 Fonte Terra Anac detecta falhas em 15% dos vôos de 3 aeroportos em SP
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou nesta terça-feira dados de uma operação de teste realizada entre os dias 20 de agosto e 18 de setembro nos Aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Campo de Marte, todos em São Paulo. De 5.569 vôos da aviação geral realizados nestes três locais, 849 (15%) apresentaram irregularidades.
O objetivo da Anac era testar o novo programa Decolagem Certa que será implantado a partir de maio nos aeroportos públicos do País e que pretende inibir decolagens de aviões e pilotos irregulares. Na fase de teste, Congonhas apresentou 12% do total de operações irregulares. Outras 13% foram registradas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e 17%, no Aeroporto Campo de Marte.
As principais falhas detectadas foram aeronaves com Inspeções Anuais de Manutenção (IAM) vencidas (24% dos casos), com Seguros Aeronáuticos vencidos (21%), aeronave com registros provisórios (reserva de marca) ¿ ou seja, sem matrícula definitiva da Anac (16%) e Certificado de Capacitação Física (CCF) fora do prazo de validade (10%). Outros 11 tipos de irregularidades somam 30% dos casos.
Segundo a Anac, a fase de testes analisou todos os planos de vôo o existentes no banco de dados da agência, que é atualizado diariamente. Os dados são integrados ao novo sistema informatizado que fará parte do programa Decolagem Certa.
O programa vai permitir que se verifique, no momento da liberação do plano de vôo, toda a documentação obrigatória para pilotos e aeronaves. Quando for encontrada alguma discrepância, o comandante será informado sobre as irregularidades e será orientado a procurar a ANAC para corrigir a situação.
Ex-presidente da Embraer defende privatização dos aeroportos quarta-feira, 28 de janeiro de 2009 03:13 Ozires Silva fez críticas ao atual modelo estatal de administração da malha aeroviária do país
"É absolutamente ridículo que as três mais importantes linhas aéreas do Brasil só visitem 44 cidades, num universo de 5,5 mil municípios". A declaração foi dada nesta terça-feira (27) em Vitória pelo ex-ministro de Infra-estrutura, Ozires Silva, considerado uma das maiores autoridades brasileiras em aviação civil.
Na capítal capixaba, onde veio para participar de um Simpósio Nacional de Ensino de Física, o também ex-presidente da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) fez críticas ao atual modelo estatal de administração da malha aeroviária do país e defendeu a privatização dos aeroportos como solução para o atual cenário.
Em relação ao aeroporto Eurico Sales, em Vitória, Ozires Silva disse não ter muito conhecimento a respeito dos motivos que levaram o Tribunal de Contas da União (TCU) a embargar as obras de ampliação e modernização. Mas acredita que o problema possa estar relacionado ao engessamento das licitações exigidas pela legislação brasileira.
"Eu não conheço os problemas específicos de Vitória, mas isso tudo é fruto da legislação. O TCU não poderia embargar a obra se não tivesse uma legislação básica que o apoiasse. A legislação é um concreto que está segurando o desenvolvimento da aviação civil. Estamos na terra de Santos Dumont, dizer que o Brasil tem uma aviação menor do que necessita é uma pena", disse o ex-ministro.
O ex-ministro foi taxativo ao afirmar que os problemas da aviação civil podem ser solucionadas com a privatização de todos os aeroportos brasileiros. Silva avalia que o quadro técnico da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) é bom, mas o órgão também está engessado.
"Como a Infraero é uma companhia estatal, até para comprar uma caixa de fósforo (sic) tem que fazer concorrência pública. Ela perdeu a dinâmica devido à restrição da legislação. A Infraero tem bons quadros técnicos, mas perdeu a agilidade necessária para responder a um objeto que voa a 900 km/h. A solução para a operação dos aeroportos brasileiro seria passá-la à iniciativa privada, caso houvesse interesse", avaliou o ex-presidente da Embraer.
Para se ter uma dimensão dos problemas da malha aeroviária brasileira, Ozires fez comparações com o modelo americano, guardadas as devidas proporções. O problema da pouca oferta de vôos foi destacado como grave para o Brasil.
"Para se ter uma ideia, no ano passado 900 milhões de americanos voaram nos EUA. Aqui no Brasil não chegamos a 50 milhões de brasileiros que voaram neste mesmo período. Você pode atribuir isso à renda per capita brasileira que é menor que a americana e ao nível de desenvolvimento. Mas o que se nota é que há uma insuficiência de oferta. Ela excede apenas nas cidades que geram mais tráfego. Não há iniciativa de estimular novos trajetos."
Ozires Silva ministrou, nesta terça, uma palestra sobre empreendedorismo para universitários que participam do Simpósio Nacional de Estudo da Física, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Formado em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Silva foi ministro de Infra-Estrutura, presidiu a Embraer e a Varig. Atualmente integra o Conselho Brasileiro para o Desenvolvimento da Ciência.
Data: Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009, 15:55 > Prezados Colegas, > > Momento em que o Presidente Cadaval, demonstra total > domínio da situação e descarrega todo o seu conhecimento > dos problemas da região, dissecando o Relatório Ambiental > apresentado pela INFRAERO, diante das autoridades presentes. > > Sua postura mostrou que estamos no caminho certo. Opotuno > ainda agradecer a Dra.Dubravka, por ter nos trazido na > gibeira, o Engº Teixeira, profissional de grande valia em > auditoria de ruidos elétricos. > > Apoiando a nossa causa estiveram varios parlamentares, em > especial os Deputados: VICENTE CANDIDO, ARNALDO FARIA DE > SÁ, CARLOS GIANAZE, entre outras autoridades municipais. > > Não podemos deixar de registrar a importancia do Dr. > Nelson Luiz Piva, representante do movimento DEFENDA SÃO > PAULO, o qual nos tem dado total apoio, nesta ingrata luta > de resitir aos leões. Gostaria de lembrar a todos que as > autoridades não são nossa inimigas, os nossos inimigos > são as grandes empresas aereas, que agem a sorrelfa, > escondidas dentro do SNEA, Sindicato Nacional das Empreas > Aereas, entidade esta, totalmente dominada pela GOL e TAM, > ainda dominam politicamente a Agencial Nacional de Aviação > Civil - ANAC. Portanto, temos quer ser sensíveis nas > abordagens em público. > > Atenciosamente. > Edwaldo Sarmento. > Vice Presidente da AMEA. >
APÓS ESTE PRIMEIRO PASSO, INICIAMOS A CAMINHADA, CUJO DESTINO SERA A "NÃO DESAPROPRIAÇÃO" DAS MORADIAS DO ENTORNO DO AEROPORTO DE CONGONHAS. O COMBOIO É LONGO, A ESTRADA É FERREA, NAS ESTAÇÕES SEMPRE TEREMOS O REEMBARQUE, A QUEM PERCA A NOVA VIAGEM, POR VARIOS MOTIVOS, POR NÃO ACREDITAR NO MAQUINISTA, POR NÃO GOSTAR DA PAISAGEM E ATÉ MESMO AQUELES QUE SEDUZIDOS PELO CANTO DA SEREIA, OPTE POR VIAJAR DE AVIÃO. POIS ENTENDERA QUE COM A EXPANSÃO DAS PISTAS, UM NOVO HORIZINTE DE MODERNIDADE, SOMADO A TECNOLOGIA, CONGONHAS NÃO MAIS FARA BARULHOS ENSURDESSEDORES E TERÁ VALIDO A PENA, TAL SUCUMBÊNCIA.
TODAVIA HAVERÁ AQUELES QUE ENTENDERÃO, UMA VIAGEM LONGA, TERÁ MUITAS ESTAÇÕES, COM NOMES CONFORTANTES E ENCORAJADORES: A PRIMEIRA DA PARTIDA, CHAMA-SE RESISTÊNCIA, SEGUIDA DA ESPERANÇA, ANTECEDENTE DA VITÓRIA, A QUAL POR FIM CHEGAREMOS TODOS QUE POR CREEM NA VONTADE DE JUSTIÇA, SEGUIRÃO ATÉ O FINAL DO TRECHO, NO MESMO COMBOIO INICIAL.
A VIAGEM É SEMPRE UM MOMENTO DE REFLEXÃO, VIAGEM DE TREM É NA VERDADE COMO VC ESTIVESSE PROCURANDO UMA PARADA, ONDE AS PESSOAS PENSASSEM NO COLETIVO DE FORMA PROATIVA E POR SER VIAGEM, PENSASSE NO FUTURO NA MODERNIDADE E NA PRESERVAÇÃO DE SUA ORIGEM. PENSANDO ASSIM PODERIAMOS PENSAR NA ESTAÇÃO CONGONHAS, MODERNA E SOFISTICADA, PARA ATENDER TODOS OS SEUS USUÁRIOS DE FORMA SEGURA, SEM A NECESSIDADE DE DESALOJAR O PASSADO. TECNOLOGIA NÃO FALTARÁ, O QUE FALTARÁ SÃO BOAS IDÉIAS E PESSOAS COMPROMISSADAS COM A SOCIEDADE.
TODAVIA, FALANDO EM TREM, PODERIAMOS SUGERIR UM TREM MODERNO, LEVE SOB-TRILHO - VLT, OU ATÉ MESMO UM AEROTREM, LEMRAM-SE DELE? LIGANDO A ESTAÇÃO CONGONHAS, PASSANDO POR CONCEIÇÃO, SERPENTEANO O IPIRANGA E CHEGANDO A CUMBICA, POR FIM, TERIAMOS ATENDIDO A NECESSIDADE URGENTE DE TRANPORTES DE LIGAÇÃO ENTRE AEROPORTOS, SEM GRANDES CONSEQUÊNCIAS, OU DEFORMAÇÕES AO LONGA DA CITY.
ASSIM SERIA O FINAL DA VIAGEM, ONDE TODOS CHEGARÃO FIRMES E FELIZES POR TER CONTRIBUIDO COM O MAIOR EVENTO FUTEBOLISTICO MUNDIAL, A COPA DO MUNDO DE 2014.
POR FIM, BOA VIAGEM A TODOS QUE ESTEJAM COM O PROPÓSITO DE VENCER O VENDAVAL DAS EMPRESAS AÉREAS E OS DEMAIS INTERESSADOS NESTE PROJETO SELVAGEM E DEMOLIDOR, APRESENTADO PELOS PODEROSOS DE PLANTÃO.
CONTRIBUIÇÃO DE UM CERTO PASSAGEIRO, QUE ACREDITA NA VONTADE COLETIVA, E NA FORÇA DOS MOVIMENTOS SOCIAS.
A AMEA FARA CONVENIO OPERACIONAL COM O PROAM, ESTE ASSUNTO SERA LEVADO À PAUTA NA PROXIMA REUNIÃO DA DIRETORIA, QUE SE REALIZARA NO PRÓXIMO DIA 05.02.2009.
ABS. EDWALDO SARMENTO.
O Instituto
O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (PROAM) é uma organização não-governamental que estimula ações e políticas públicas com a finalidade de tornar o ambiente saudável, principalmente em grandes áreas urbanas. Fundada em abril de 2003, a ONG é presidida pelo ambientalista Carlos Bocuhy (conselheiro do Conselho Estadual de Meio Ambiente de São Paulo –Consema).
Desde sua fundação o PROAM faz levantamentos sobre a situação ambiental de regiões no estado de São Paulo, por meio de vistorias, denúncias e cobrança de soluções para os órgãos competentes. Além disso, a ONG desenvolveu a campanha ambiental “Billings, Eu te quero Viva!” e o programa Metrópoles Saudáveis. Este programa, atualmente em andamento, é coordenado pelo PROAM e apoiado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Diretoria
Presidente - Carlos Alberto Hailer Bocuhy Vice-presidente - Mônica Bilton Secretária Executiva - Silvana Iervolino Bocuhy Tesoureiro - Mauro Frederico Wiken www.proam.org.br
Este é o cenário visto pela Infraero. Como todos perceberam, o publico presente não fez diferença.
Edwaldo Sarmento:. 02.02.2009.
30/01 - Audiência pública debate EIA/RIMA de Congonhas 30/01/2009 Infraero Representantes da Infraero apresentam EIA-Rima à população paulistana
O Aeroporto de Congonhas (SP) prepara-se para receber sinal verde da Prefeitura de São Paulo. Nesta quinta-feira (29/1) foi realizada, em São Paulo, audiência pública para apresentação e discussão do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do aeroporto.
O estudo foi feito pela empresa VPC/Brasil Tecnologia Ambiental e Urbanismo, contratada pela Infraero. O objetivo do documento é identificar os impactos causados pela atividade aeroportuária e propor adequações. Após analisar o EIA-Rima e a audiência pública, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA) determinará as condicionantes ambientais da licença de operação de Congonhas.
Cerca de 30 pessoas se manifestaram sobre a elaboração do projeto. A Infraero foi representada na audiência pelo superintendente de Meio Ambiente e Energia, Álvaro Valente, e pelo superintendente de Congonhas, Willer Larry Furtado, que apresentou breve histórico do Aeroporto de Congonhas e de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico da cidade de São Paulo.
“O aeroporto de Congonhas pertence à cidade de São Paulo e as obras serão feitas respeitando opiniões divergentes e como a sociedade assim o desejar”, afirmou o superintendente Willer Larry Furtado.
Debates Durante a audiência, representantes de entidades ambientalistas e Ongs enfatizaram questões como a segurança, a poluição aérea e o grande crescimento nas regiões próximas ao aeródromo. O vice-presidente da Associação Brasileira da Empresas de Comissaria (ABECA), Miguel Costa, falou em nome dos funcionários terceirizados do Aeroporto de Congonhas. O ex- ministro da Defesa, Mauro Gandra, destacou a evolução da tecnologia aeronáutica. Moradores do entorno também foram ouvidos.
Assessoria de Imprensa/Infraero imprensa@infraero.gov.br
Contra crise, governo aumenta recursos do PAC em R$ 130 bi Valor representa um aumento em torno de 26% na estimativa feita no lançamento do programa, há dois anos
Leonencio Nossa, da Agência Estado Tamanho do texto? A A A A BRASILIA - Como parte da estratégia do governo para combater os efeitos da crise econômica, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anuncia amanhã um aumento de cerca de R$ 130 bilhões nos investimentos públicos e privados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até o final do governo. O valor representa um aumento em torno de 26% na estimativa feita no lançamento do programa, há dois anos.
Leia a íntegra da reportagem na edição desta quarta-feira, 4, de O Estado de S. Paulo
Em entrevista às 10 horas no Palácio do Planalto, a candidata do presidente Lula para a disputa de 2010 enfatizará, segundo pessoas próximas dela, que o Estado não é parte do problema da crise, mas a solução. Por isso, a ordem é manter os investimentos e garantir o emprego e a renda.
Em uma série de conversas nos últimos dias, Lula e Dilma têm cobrado dos outros ministros maior empenho para acelerar o gasto do dinheiro previsto para as obras do PAC. Nos dois anos do programa, sobraram R$ 2,5 bilhões no caixa. O valor se refere a dinheiro colocado à disposição dos ministérios que não teve destinação alguma, por isso foi usado para pagar a dívida pública.
O Estado informou, no último domingo, que só em 2008 a sobra chegou a R$ 1,895 bilhão, um problema que preocupa o presidente e seus assessores. "Este ano temos de gerar empregos e para isso precisamos gastar o que for preciso", disse Lula na reunião ministerial da última segunda-feira, na Granja do Torto.
Além desses valores, o governo anunciará nas próximas semanas os investimentos em infraestrutura nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014. O PAC da Mobilidade Urbana, como é chamado pelos técnicos do governo, prevê melhorias no acesso aos estádios. Também é aguardado o anúncio de um plano de habitação, que prevê a construção de um milhão de casas populares até 2010 e incentivos para o setor da construção civil.
03/02/2009 Audiência pública debate Aeroporto de Congonhas
Deputado Vicente Cândido participou, na última quinta-feira (29/1) da audiência pública, promovida pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e dirigida pelo secretário, Dr. Eduardo Jorge. Foi apresentado e discutido o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do Aeroporto de Congonhas. Que se prepara para receber sinal verde da Prefeitura de São Paulo.
O estudo foi feito pela empresa VPC/Brasil Tecnologia Ambiental e Urbanismo, contratada pela Infraero. O objetivo do documento é identificar os impactos causados pela atividade aeroportuária e propor adequações. Após analisar o EIA-Rima e a audiência pública, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA) determinará as condicionantes ambientais da licença de operação de Congonhas.
Durante a audiência, Cerca de 30 pessoas se manifestaram sobre a elaboração do projeto. A Infraero foi representada na audiência pelo superintendente de Meio Ambiente e Energia, Álvaro Valente, e pelo superintendente de Congonhas, Willer Larry Furtado, que apresentou breve histórico do Aeroporto de Congonhas e de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico da cidade de São Paulo.
“O aeroporto de Congonhas pertence à cidade de São Paulo e as obras serão feitas respeitando opiniões divergentes e como a sociedade assim o desejar”, afirmou o superintendente Willer Larry Furtado.
Os representantes de Associações de moradores, entidades ambientalistas e Ongs, se manifestaram protestando contra possíveis desapropriações e enfatizaram questões como a segurança, a poluição aérea e o grande crescimento imobiliário nas regiões próximas ao aeroporto. Os moradores estão muito preocupados com o fato da ampliação das pistas, o que causaria uma ampla desapropriação no entorno. O presidente da AMEA (Associação de Moradores do Aeroporto), Dr. Cadaval Junior, teve uma atitude enérgica em relação ao Relatório de Impacto Ambiental, pois muitos pontos não foram sequer tocados nesta delicada questão social. Apoiando a causa dos moradores vários parlamentares estiveram presentes, em especial os deputados: Vicente Cândido, Arnaldo Faria de Sá, Carlos Gianaze os vereadores Alfredinho, Jamil Murad e Cláudio Fonseca. Dr. Nelson Luiz Piva, representante do movimento Defenda São Paulo, Dra. Dubravka, o vice-presidente da Associação Brasileira da Empresas de Comissária (ABECA), Miguel Costa, e o ex-ministro da Defesa, Mauro Gandra.
"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar 'superado'.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"
Como é de conhecimento geral,e depois de farta comunicação regional, todos sabemos que amanhã dia 17.02.2009, as 19 horas, no auditório > FRANCO MONTORO, na Assembléia Legislativa do Estado de São > Paulo, teremos um sério compromisso com a defesa de nossas > propriedades. Portanto, pedimos a todos que convidem o > máximo de simpatizantes para a causa da desapropriação de > residenciais do entorno do aeroporto de Congonhas. > > Conforme comentários anteriores,sugiro à quem possa, > levar faixas onde esteja em destaque o nome da AMEA, este > será um momento de mostrarmos que estamos jurídicamente > organizados. > > Ats. > A Diretria da AMEA. > 16.02.2009. >
Leila Deen é integrante da ONG Plane Stupid, que faz campanha contra a construção de uma terceira pista para aviões no aeroporto de Heathrow, na capital britânica.
Ela disse que a iniciativa foi "o último recurso" depois que o processo democrático para impedir a ampliação do aeroporto falhou.
O governo britânico aprovou a construção da nova pista no mês passado, apesar da oposição de alguns parlamentares, moradores das proximidades do aeroporto e ativistas pela defesa do meio ambiente.
Deen, de 29 anos, disse à BBC que informou ao ministro que a substância esverdeada que trazia dentro de um copo era creme de ovos.
Segundo ela, Mandelson é um político que não foi eleito (ele foi nomeado para uma cadeira na Câmara dos Lordes do Parlamento) e que está do lado dos "interesses comerciais" em detrimento dos "interesses das pessoas e do planeta".
Para ela, uma "ação direta" é a melhor forma de se promover as mudanças já que ela e outros foram excluídos do processo democrático.
"Quando a democracia falha você tem que recorrer a qualquer meio necessário desde que seja pacífico e não ameace outros seres humanos", disse Deen.
"Peter Mandelson é a mesma pessoa que na verdade intimidou Ed Miliband (ministro para Energia e Mudanças Climáticas) e outros membros do gabinete para que aceitassem uma terceira pista que ninguém quer, uma terceira pista sobre a qual ninguém foi consultado e a que ninguém pode dizer 'não'." Mandelson, por sua vez, qualificou o ato como "um protesto adolescente".
"Ela estava tão ocupada atirando o que parecia ser sopa verde ou coisa assim na minha cara que deixou de me dizer contra o que era o protesto, mas, como vocês podem ver, afortunadamente não era tinta e eu saí ileso", disse o ministro pouco depois do incidente, ao deixar o recinto onde estava e falar com os jornalistas. Mandelson estava sem o casaco que vestia quando foi atingido. O governo britânico tem como meta reduzir as emissões de carbono do país em 80% até 2050.
Necessidade já reclamada há algum tempo pelo trade turístico e reconhecida pelo próprio Governo do Estado, a ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins deverá estar concluída até abril de 2014, antes da Copa do Mundo, da qual Fortaleza é candidata a subsede.
Os planos de crescimento foram alterados e o terminal aéreo deverá, agora, mais que quadruplicar a sua capacidade de recebimento, passando de uma estrutura que permite a movimentação de 3 milhões de passageiros/ano, para poder receber 13 milhões/ano.
Com este novo perfil, o aeroporto dará uma segurança aeroviária ao Ceará para os próximos 20 anos, segundo afirma o secretário estadual de Turismo, Bismarck Maia.
As mudanças e o cronograma foram apresentados na última sexta-feira pelo presidente da Infraero, Brigadeiro Cleonilson Nicácio Silva, em reunião com o governador Cid Gomes e Bismarck Maia. O projeto básico da ampliação, que dá um desenho das obras, prevendo o investimento a ser empregado, está em fase final de conclusão. A partir do documento, será licitado o projeto executivo, este já detalhado. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, o projeto executivo deverá ser entregue até outubro do próximo ano, quando está previsto o início do processo de licitação das obras. Estas estão previstas para começarem em 2011, e têm prazo de conclusão entre 24 e 30 meses.
"O presidente da Infraero veio para trazer esse cronograma, dando garantia e tranqüilidade de que o aeroporto estará pronto para receber os visitantes para a Copa, que esperamos estar incluídos entre as subsedes", afirma Maia. Segundo ele, os recursos vêm do Governo Federal. "Como é um projeto prioritário, não haverá problemas de falta de recursos. É uma espécie de PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] Copa. Após a escolha das cidades [para a Copa de 2014], serão feitos os trabalhos em cada uma das escolhidas, vendo as questões de mobilidade, infra-estrutura, capacidade nos aeroportos", acrescenta o titular da pasta de Turismo. De acordo com o próprio presidente da Infraero, existe a possibilidade de que as obras do terminal estejam concluídas ainda antes de outubro de 2013.
O aeroporto internacional foi inaugurado, em 1997, com uma capacidade de receber 2,6 milhões de passageiros por ano. Hoje, a movimentação já ultrapassa os 3 milhões. Desta forma, o Pinto Martins receberá um novo bloco, que poderá, sozinho, receber 8 milhões de passageiros/ano.
Antes, a previsão era de que os dois blocos, juntos, tivessem essa capacidade. Quando o novo bloco for inaugurado, o atual será interditado para obras, e poderá, quando pronto, receber mais 5 milhões de passageiros/ano. Assim, o Aeroporto Internacional Pinto Martins atingirá uma capacidade de movimentação de 13 milhões por ano.
Pessoal, gostaria de obter o telefone de alguem da associação. Para mim, ainda não ficou claro a área de desapropriação. Gostaria de ter mais informações a respeito do assunto. Grato. rodrigo.adriana@uol.com.br
Pessoal, aqui em Campinas_SP, estamos convivendo com a possibilidade de extinção de um dos últimos remanescentes do bioma cerradoe soterramento de pelo menos 49 nascentes. Isso sem dizer que os que foram desapropriados em 1986 pela infraero, não receberam até hoje as tais indenizações.
Senhores, Eu estou preocupado com o seguinte:É previsto que Governador Serra chegue até a Presidencia da República em 2011 e o Alquimin Governador do Estado. Então nós teremos Serra Presidente, Alquimim Governador e o Kassab que nós ja sabe inclusive as suas reais intenções.Como si livrar dos 3(três)nos poderes máximos da governança em? Acho que 2011, 2012,2013, anos que se aproxima a Copa do Mundo no Brasil, serão anos que teremos que fazer as maiores manifestações de rua no entorno do Aeroporto. O que acham?
Boa noite colegas, meu nome é Marcos e sou morador aqui da Vila Fachini que fica localizada na altura do corpo de bombeiros do jabaquara. Colegas estava acompanhando o sofrimento de vcs meio de longe pois passo as vezes nas suas ruas e via as fachas de protesto sobre a desapropriação que sempre achei um absurdo ,pois quem deve sair daqui é o Aeroporto que nunca tera sua situação resolvida continuando assim no meio de uma região com tanta densidade demografica, digo isso tbem de proprio interesse pois os avioes na aterrisagem passam bem em cima da minha casa tbem .Porém o motivo de estar me comunicando tambem com vcs é de que agora nós moradores de parte da vila fachini e vila do encontro estamos na mesma situação de vcs ou talvez bem pior, pois esse Maldito Prefeito e O governador a qual eu ajudei a elege-los esta decidido e bem adiantado a trazer a boca do tunel da Agua espraiada para minha Rua e as demais que cercam o lugar, ja saiu no jornal zona sul infelizmente até o nome de minha rua. Estamos simplesmente DESESPERADOS no bairro ninguem dorme mais , pois o projeto inicial seria o tunel vir até a imigrantes beirando o corrego da Espraiada a qual iria remover algumas favelas, porem esses moradores serao cadastrados e ganharao direito a moradia e o tunel desembocaria na ultima favela na beira da imigrantes conhecida como Imprensa. No entanto parece que o projeto foi modificado por grana novamente e agora o picareta do Engenheiro achou por melhor mudar todo o trajeto e vem direto para o nosso bairro , passando por baixo de Hospitais , postos de saude , alguns predios quase aqui no fim e devastanto nossas casas.Digo de Boca cheia ,ningueum quer ir embora daqui pois o bairro é muito bom para se viver, tem tudo perto; Metro, escolas boas, supermercados, saidas para todos os bairros, bombeiros e todo tipo de vantagens que é muito dificil de encontra hj longe do Metro, alem de que o bairro esta progredindo e agora colhemos os beneficios tão esperados a anos. Não sabemos o que fazer ainda, ninguem acredita direito mas eu tenho o mapa em maos e esta em cima da minha rua o traçado. Peço ajuda aos colegas para nos orientar e ja comecei até a juntar pessoas para fazer uma associação sobre o assunto tbem, gostaria de unir forças a vcs para que assim juntassemos os bairros e fazer algum barulho maior do que nós sozinhos aqui. Por favor levem a sério meu pedido de ajuda.Somos todos moradores regulares que pagam impostos e há muitas casas de bom valor aqui nessa região, não somos favelados ou invasores de terrenos Publicos , Somos Moradores antigos como vcs.Vamos nos ajudar começando por prejudicar o Serra nas eleições. Obrigado e no aguardo.
Monitoramento é a melhor solução para vocês identificarem os problemas e provar que estão acima do limite permitido, e talvez até multar o aeroporto...veja um exemplo que funcina muito bem: http://webtrak5.bksv.com/lax
Criar esta entidade foi para mim o mesmo que parir um(a) filho(a)tendo como diferença a de que este(a) ja nasceu com destino muito bem definido. Temos o dever de não errar na sua formação doutrinaria, dar-lhe ferramenta concreta e planejamento adequado. Não deixar tangiversar quando tiver que tomar decisões, dar lhe personalidade forte e guerreira. Esta é a nossa unica arma disponivel. Portanto, avantes todos que lhe deram a luz.
ResponderExcluirEdwaldo Sarmento:.
Aos
ResponderExcluirsenhores Fundadores AMEA AEROPORTO,
Primeiramente gostaria de desejar à todos, um feliz inicio do ano de 2009. Sabemos que iniciaremos uma luta sem tregua, em prol de nossas propriedades. Vale lembrar que nossos oponentes são enormes e ricos.A expansão do aeroporto de Congonhas é ferramenta principal de crescimento economico das empresas aéreas, mais precisamente a TAM e GOL. Todos projetos de expansão dessas aereas, estão fincados no aerporto de Congonhas. Portanto, inicialmente este é o tamanho da briga.
Baseado na tarefa acima, foi criado hoje o Blog - AMEA AEROPORTO - cujo endereço de acesso é: ameaaeroporto.blogspot.com, esta ferramenta deverá ser nossa principal trincheira de combate. Peço à todos que a mantenha viva e estridente nos debates, tornando-a pública, o mais amplo possivel.
Atenciosamente.
Edwaldo Sarmento.
Vice Presidente da AMEA.
02.01.2009. 08:04PM.
Privatização de aeroportos: qual rumo tomar?
ResponderExcluirJosef Barat
12/01/2009
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A Infraero é uma empresa pública que opera 67 aeroportos, 80 unidades de apoio à navegação aérea e 32 terminais de logística de cargas. É responsável por nada menos que 97% da movimentação do transporte aéreo de passageiros e cargas no país. A empresa investe na reforma e ampliação da capacidade dos aeroportos sob a sua responsabilidade por meio de receita própria. Esta é proveniente das seguintes fontes: a) tarifas de embarque de passageiros, pouso e permanência; b) armazenagem e capatazia de carga aérea; c) concessão de espaços comerciais nos aeroportos; e d) prestação de serviços de comunicação e auxílio à navegação aérea.
Como empresa pública, criada por lei federal, em 1972, para a prestação de um serviço público, não se exigiu à época que fosse celebrado um contrato de concessão com o poder concedente. Ou seja, atuando, em tese, como concessionária para a exploração da infra-estrutura aeroportuária, a empresa era, de fato, a concedente de si mesma, como, aliás, ocorreu com a maioria das empresas estatais prestadoras de serviços públicos. Desta forma, criaram-se lacunas e pendências institucionais - até hoje não resolvidas - relacionadas com a regulação dos serviços prestados pela Infraero.
A este respeito, podem ser aventadas algumas questões importantes. Se não existe um contrato de concessão, a Infraero é uma concessionária? Ela deve ser objeto de regulação? Esta regulação é de competência da Anac? No caso de serem concedidos aeroportos para a exploração privada, a Infraero poderá fazer a sub-concessão?
A Lei de criação da Anac, no seu artigo 3º, diz que cabe à Anac "observar e implementar orientações, diretrizes e políticas estabelecidas pelo Conac", ressaltando adiante, em inciso: "estabelecimento de um modelo de concessão da infra-estrutura aeroportuária". No artigo 8º, inciso XXIV, está dito que a Anac "concede ou autoriza a exploração de infra-estruturas aeroportuárias no todo ou em parte". O inciso XXV acrescenta: "estabelecer o regime tarifário das explorações". A questão que se impõe, neste caso é: se a Infraero não é uma concessionária, por não dispor de um contrato de concessão, a Anac pode conceder ou autorizar a exploração dos aeroportos por ela operados, ou mesmo estabelecer o regime tarifário?
Ao se ventilar a possibilidade de exploração privada de alguns aeroportos da Infraero, cabe fazer algumas considerações. Quais seriam, em tese, as possibilidades? Pode-se ventilar três hipóteses:
1) A simples abertura do capital da Infraero, tornando-a uma Sociedade Anônima de capital aberto e ações negociadas em bolsa - com maioria ou não do capital da União. Neste caso, mantém-se a gestão da infra-estrutura aeroportuária como um sistema integrado e a preservação do mecanismo de subsídio cruzado aos aeroportos deficitários. As vantagens desta alternativa são as de: I) exercer um controle maior sobre a aplicação de recursos, por meio de auditorias externas independentes; II) reduzir as interferências político-partidárias, tanto na gestão empresarial, quanto na dos recursos humanos e financeiros; e III) dar maior racionalidade aos investimentos frente às pressões concretas da demanda.
2) A concessão por lotes de aeroportos rentáveis e não rentáveis, com encargos claramente definidos de investimentos em pistas, pátios e terminais. Cabe lembrar que a exploração das infra-estruturas aeroportuárias é um serviço público e, portanto, não pode estar sujeita apenas à regulação do mercado. Deve ser objeto de concessão de longo prazo e à regulação por parte de um ente regulador autônomo. Nesta alternativa, pode-se, inclusive, conceber um sistema em que se mantém a Infraero como empresa holding, responsável pelo planejamento e definição de estratégias globais, e empresas subsidiárias que seriam "privatizadas" para a exploração dos lotes.
3) A hipótese de conceder à exploração privada apenas os poucos aeroportos rentáveis, por meio de concessões específicas, deve ser precedida da superação das lacunas e pendências institucionais. Se não existe contrato de concessão e, portanto, não se define claramente como se dá a regulação, como se estabeleceria, no caso, uma sub-concessão? A questão adicional, nesta hipótese, é a de como poderia o governo garantir - de forma clara e prévia - qual será a fonte de recursos necessários para os investimentos e a operação adequada e segura dos aeroportos não rentáveis?
É sempre oportuno lembrar que concessões bem-sucedidas são aquelas pautadas por um duplo balizamento. De um lado, um marco regulador moderno e eficaz e, de outro, um planejamento de longo prazo e políticas públicas consistentes que abarquem as infra-estruturas objeto de concessão.
Olhando para o futuro, independente do tipo de cenário projetado, os investimentos nas infra-estruturas aeronáutica e aeroportuária deverão ser incrementados de forma significativa a médio e longo prazo. Será importante: I) conter a dispersão de recursos por uma grande diversidade de aeroportos, sem critérios claros de prioridades decorrentes das necessidades da demanda; e II) distribuir os investimentos de acordo com o que a demanda e a segurança exigem em termos de terminais, pátios, pistas e sistemas de aproximação e proteção ao vôo. Desta forma, será possível estimular o crescimento do transporte aéreo e a sua popularização, que devem ser vistos como positivos para o país.
Para viabilizar esses investimentos, há que se avaliar todas as possibilidades de financiamento, o que passa necessariamente pelo complexo debate acerca da privatização, estatização ou modelo misto de parcerias, para a exploração da infra-estrutura aeroportuária em suas diversas formas possíveis.
Josef Barat, economista, consultor, ex-diretor da Anac, é presidente do Conselho de Desenvolvimento das Cidades da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Copilado por:
Edwaldo Sarmento
Vice Presidente da AMEA.
12.01.2009.
Deputado requer informações oficiais sobre ampliação de pistas em Congonhas
ResponderExcluir01 Janeiro 2009
Ideia de estender as áreas de pouso e de decolagem pela cabeceira das pistas levará a desapropriação de 2 mil residências no bairro do Jabaquara
Diante do anúncio, feito pela imprensa, da ampliação das duas pistas do Aeroporto de Congonhas, o deputado e professor Carlos Giannazi encaminhou Requerimentos de Informações para a Prefeitura de São Paulo, ao governo estadual e ao Ministério da Defesa solicitando dados oficiais sobre essa medida, cuja efetivação deverá desapropriar cerca de 2 mil habitações na região do Jabaquara.
Giannazi, que participou de reuniões com os moradores, argumenta que até agora ninguém foi consultado ou mesmo informado oficialmente sobre as desapropriações.
"A maioria dos moradores não quer sair do bairro e uma parte acha que a prefeitura pagará valores inferiores aos negociados no mercado imobiliário", disse o parlamentar. Ele criticou a posição do poder público em deixar a população local insegura e de fazer 'terrorismo psicológico' ao não conversar ou consultar duas mil famílias moradoras do bairro.
EDWALDO SARMENTO.
ão Paulo, sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
ResponderExcluirPróximo Texto | Índice
Congonhas emite ruído em excesso e afeta até hospitais
Relatório da Infraero aponta que barulho provocado por aeroporto está acima do que prevê lei
Para obter licença, Infraero terá de tomar medidas como reduzir testes de motor em solo e substituir alto-falante por painéis
Caio Guatelli - 13.jun.08/Folha Imagem
Avião sobrevoa região de aeroporto de Congonhas (zona sul de SP)
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL
As operações do aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo, emitem ruídos acima do limite previsto na legislação. O barulho em excesso atinge casas, escolas e hospitais e incomodam quem permanece na sala de embarque e no espaço reservado a autoridades.
As informações estão no Rima (Relatório de Impacto Ambiental) que a Infraero encomendou à empresa VPC/ Brasil para permitir o licenciamento de operação do aeroporto. O documento foi encaminhado pela estatal à prefeitura.
É a primeira vez que Congonhas, inaugurado nos anos 30, busca licença do município para operar, mas isso só ocorreu depois que a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente aplicou multa de R$ 10 milhões à Infraero, em abril de 2008. A multa ocorreu porque a empresa, segundo a secretaria, se negava a apresentar o documento.
A licença vai apontar o que a Infraero tem de fazer para corrigir o barulho. O relatório recomenda, por exemplo, a redução dos testes de motores em solo e a substituição dos alto-falantes na sala de embarque por painéis eletrônicos.
Caso não cumpra as determinações do licenciamento ambiental, o aeroporto pode ser multado e até ter, em tese, a licença cassada pela prefeitura.
Os técnicos que fizeram o relatório concentraram as medições no período diurno (Congonhas funciona das 6h às 23h). O trabalho foi feito entre 14 e 31 de outubro do ano passado.
O Rima mostra que, dos 13 pontos em que foi medido o nível de ruídos, em 10 o som estava acima do permitido. Entre os quais a escola João Carlos da Silva Borges (67,8 decibéis para um limite de 60), o hospital dos Defeitos da Face (61,3 decibéis medidos e limite de até 58 decibéis) e o hospital Nossa Senhora de Lourdes (58,9 decibéis para um limite de 58).
Nem mesmo as instalações internas do aeroporto, que deveriam ter proteção acústica, escapam. No terraço do restaurante, a medição apontou 69 decibéis em um local em que o máximo deveria ser de 50. Na sala de embarque, eram 62 decibéis para o limite de 52.
Além do incômodo, o excesso de barulho pode provocar problemas de audição, distúrbios nervosos e até reduzir a imunidade, dependendo dos níveis e do tempo de exposição.
Em 2006, a Folha publicou que a mancha de ruído de poluição sonora de Congonhas havia, entre 1994 e 2004, ultrapassado a avenida Ibirapuera e chegado perto do Itaim, conforme avaliação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A Folha procurou a Infraero anteontem para saber que medidas a estatal pretendia adotar para corrigir os problemas, mas não obteve resposta.
Uma assessora disse somente que a estatal espera as conclusões de uma audiência pública, prevista para o dia 29, para ouvir as recomendações.
Artigo enviado pelo colega, W.Gomes, copiado do caderno Cotidiano da FSP.
Exposição freqüente aos ruídos do aeroporto pode levar a perda auditiva
ResponderExcluirA Infraero divulgou um relatório de impacto ambiental (Rima), necessário para permitir o licenciamento de operação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no qual consta que as operações do local emitem ruídos acima do permitido por lei. O barulho atinge casas, escolas e até hospitais, incomodam e prejudicam a saúde auditiva de pessoas que permanecem na área de embarque e no espaço das autoridades. Ao saber disso, a ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) enfatiza o risco que o excesso de barulho pode trazer as pessoas que residem e que convivem constantemente com os ruídos do aeroporto.
O som emitido por um avião pode atingir até 140 decibels (durante a decolagem), sendo que o máximo permitido pelos médicos e pela OMS é de 85db. Os pátios de aeroportos ficam no limite recomendado pelos otorrinos, já que os ruídos ficam em torno de 80 e 85 decibels. O otorrinolaringologista Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, Diretor de Comunicação da ABORL-CCF, alerta sobre os problemas que podem acometer as pessoas que ficam expostas diariamente aos ruídos excessivos do aeroporto. "As pessoas que trabalham regularmente próximo ao aeroporto, quando expostas a níveis de ruído superiores a 85 decibels, podem apresentar diversas manifestações como irritação, zumbidos, e eventualmente diminuição da audição", diz.
Uma maneira de prevenir a perda auditiva é o uso de protetores auriculares, item obrigatório aos trabalhadores que ficam expostos ao barulho dentro de Congonhas. "As pessoas que trabalham no aeroporto em locais de exposição a ruídos, como na estacionamento das aeronaves, usam os protetores adequados para evitar o trauma acústico contínuo, que também pode levar a perda auditiva", diz Piza.
Audição em perigo
O barulho de Congonhas aumenta, literalmente, ano a ano. Quando o aeroporto foi criado, a região em volta era um descampado, os aviões menores e menos barulhentos. Atualmente, está completamente cercado por habitações e pessoas, e com um nível de ruído muito maior. ABORL-CCF recomenda medidas da Infraero para que o aeroporto se adéque às normas e funcione, para o bem dos ouvidos de todos da região, em bom som.
Fonte: Segs Portal Nacional
21.01.2009
ResponderExcluirFonte Terra
Anac detecta falhas em 15% dos vôos de 3 aeroportos em SP
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou nesta terça-feira dados de uma operação de teste realizada entre os dias 20 de agosto e 18 de setembro nos Aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Campo de Marte, todos em São Paulo. De 5.569 vôos da aviação geral realizados nestes três locais, 849 (15%) apresentaram irregularidades.
O objetivo da Anac era testar o novo programa Decolagem Certa que será implantado a partir de maio nos aeroportos públicos do País e que pretende inibir decolagens de aviões e pilotos irregulares. Na fase de teste, Congonhas apresentou 12% do total de operações irregulares. Outras 13% foram registradas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e 17%, no Aeroporto Campo de Marte.
As principais falhas detectadas foram aeronaves com Inspeções Anuais de Manutenção (IAM) vencidas (24% dos casos), com Seguros Aeronáuticos vencidos (21%), aeronave com registros provisórios (reserva de marca) ¿ ou seja, sem matrícula definitiva da Anac (16%) e Certificado de Capacitação Física (CCF) fora do prazo de validade (10%). Outros 11 tipos de irregularidades somam 30% dos casos.
Segundo a Anac, a fase de testes analisou todos os planos de vôo o existentes no banco de dados da agência, que é atualizado diariamente. Os dados são integrados ao novo sistema informatizado que fará parte do programa Decolagem Certa.
O programa vai permitir que se verifique, no momento da liberação do plano de vôo, toda a documentação obrigatória para pilotos e aeronaves. Quando for encontrada alguma discrepância, o comandante será informado sobre as irregularidades e será orientado a procurar a ANAC para corrigir a situação.
Prezados Senhores:
ResponderExcluirEm anexo um endereço de Internet sobre técnicas de redução de ruídos em aeroporotos
http://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/40154/1/tecnicas_controlo_ruido.pdf
Cordialmente
Carlos Menin
5584-8395
Ex-presidente da Embraer defende privatização dos aeroportos
ResponderExcluirquarta-feira, 28 de janeiro de 2009 03:13
Ozires Silva fez críticas ao atual modelo estatal de administração da malha aeroviária do país
"É absolutamente ridículo que as três mais importantes linhas aéreas do Brasil só visitem 44 cidades, num universo de 5,5 mil municípios". A declaração foi dada nesta terça-feira (27) em Vitória pelo ex-ministro de Infra-estrutura, Ozires Silva, considerado uma das maiores autoridades brasileiras em aviação civil.
Na capítal capixaba, onde veio para participar de um Simpósio Nacional de Ensino de Física, o também ex-presidente da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) fez críticas ao atual modelo estatal de administração da malha aeroviária do país e defendeu a privatização dos aeroportos como solução para o atual cenário.
Em relação ao aeroporto Eurico Sales, em Vitória, Ozires Silva disse não ter muito conhecimento a respeito dos motivos que levaram o Tribunal de Contas da União (TCU) a embargar as obras de ampliação e modernização. Mas acredita que o problema possa estar relacionado ao engessamento das licitações exigidas pela legislação brasileira.
"Eu não conheço os problemas específicos de Vitória, mas isso tudo é fruto da legislação. O TCU não poderia embargar a obra se não tivesse uma legislação básica que o apoiasse. A legislação é um concreto que está segurando o desenvolvimento da aviação civil. Estamos na terra de Santos Dumont, dizer que o Brasil tem uma aviação menor do que necessita é uma pena", disse o ex-ministro.
O ex-ministro foi taxativo ao afirmar que os problemas da aviação civil podem ser solucionadas com a privatização de todos os aeroportos brasileiros. Silva avalia que o quadro técnico da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) é bom, mas o órgão também está engessado.
"Como a Infraero é uma companhia estatal, até para comprar uma caixa de fósforo (sic) tem que fazer concorrência pública. Ela perdeu a dinâmica devido à restrição da legislação. A Infraero tem bons quadros técnicos, mas perdeu a agilidade necessária para responder a um objeto que voa a 900 km/h. A solução para a operação dos aeroportos brasileiro seria passá-la à iniciativa privada, caso houvesse interesse", avaliou o ex-presidente da Embraer.
Para se ter uma dimensão dos problemas da malha aeroviária brasileira, Ozires fez comparações com o modelo americano, guardadas as devidas proporções. O problema da pouca oferta de vôos foi destacado como grave para o Brasil.
"Para se ter uma ideia, no ano passado 900 milhões de americanos voaram nos EUA. Aqui no Brasil não chegamos a 50 milhões de brasileiros que voaram neste mesmo período. Você pode atribuir isso à renda per capita brasileira que é menor que a americana e ao nível de desenvolvimento. Mas o que se nota é que há uma insuficiência de oferta. Ela excede apenas nas cidades que geram mais tráfego. Não há iniciativa de estimular novos trajetos."
Ozires Silva ministrou, nesta terça, uma palestra sobre empreendedorismo para universitários que participam do Simpósio Nacional de Estudo da Física, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Formado em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Silva foi ministro de Infra-Estrutura, presidiu a Embraer e a Varig. Atualmente integra o Conselho Brasileiro para o Desenvolvimento da Ciência.
Data: Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009, 15:55
ResponderExcluir> Prezados Colegas,
>
> Momento em que o Presidente Cadaval, demonstra total
> domínio da situação e descarrega todo o seu conhecimento
> dos problemas da região, dissecando o Relatório Ambiental
> apresentado pela INFRAERO, diante das autoridades presentes.
>
> Sua postura mostrou que estamos no caminho certo. Opotuno
> ainda agradecer a Dra.Dubravka, por ter nos trazido na
> gibeira, o Engº Teixeira, profissional de grande valia em
> auditoria de ruidos elétricos.
>
> Apoiando a nossa causa estiveram varios parlamentares, em
> especial os Deputados: VICENTE CANDIDO, ARNALDO FARIA DE
> SÁ, CARLOS GIANAZE, entre outras autoridades municipais.
>
> Não podemos deixar de registrar a importancia do Dr.
> Nelson Luiz Piva, representante do movimento DEFENDA SÃO
> PAULO, o qual nos tem dado total apoio, nesta ingrata luta
> de resitir aos leões. Gostaria de lembrar a todos que as
> autoridades não são nossa inimigas, os nossos inimigos
> são as grandes empresas aereas, que agem a sorrelfa,
> escondidas dentro do SNEA, Sindicato Nacional das Empreas
> Aereas, entidade esta, totalmente dominada pela GOL e TAM,
> ainda dominam politicamente a Agencial Nacional de Aviação
> Civil - ANAC. Portanto, temos quer ser sensíveis nas
> abordagens em público.
>
> Atenciosamente.
> Edwaldo Sarmento.
> Vice Presidente da AMEA.
>
"O TREM........"
ResponderExcluirEstação Congonhas..
APÓS ESTE PRIMEIRO PASSO, INICIAMOS A CAMINHADA, CUJO DESTINO SERA A "NÃO DESAPROPRIAÇÃO" DAS MORADIAS DO ENTORNO DO AEROPORTO DE CONGONHAS. O COMBOIO É LONGO, A ESTRADA É FERREA, NAS ESTAÇÕES SEMPRE TEREMOS O REEMBARQUE, A QUEM PERCA A NOVA VIAGEM, POR VARIOS MOTIVOS, POR NÃO ACREDITAR NO MAQUINISTA, POR NÃO GOSTAR DA PAISAGEM E ATÉ MESMO AQUELES QUE SEDUZIDOS PELO CANTO DA SEREIA, OPTE POR VIAJAR DE AVIÃO. POIS ENTENDERA QUE COM A EXPANSÃO DAS PISTAS, UM NOVO HORIZINTE DE MODERNIDADE, SOMADO A TECNOLOGIA, CONGONHAS NÃO MAIS FARA BARULHOS ENSURDESSEDORES E TERÁ VALIDO A PENA, TAL SUCUMBÊNCIA.
TODAVIA HAVERÁ AQUELES QUE ENTENDERÃO, UMA VIAGEM LONGA, TERÁ MUITAS ESTAÇÕES, COM NOMES CONFORTANTES E ENCORAJADORES: A PRIMEIRA DA PARTIDA, CHAMA-SE RESISTÊNCIA, SEGUIDA DA ESPERANÇA, ANTECEDENTE DA VITÓRIA, A QUAL POR FIM CHEGAREMOS TODOS QUE POR CREEM NA VONTADE DE JUSTIÇA, SEGUIRÃO ATÉ O FINAL DO TRECHO, NO MESMO COMBOIO INICIAL.
A VIAGEM É SEMPRE UM MOMENTO DE REFLEXÃO, VIAGEM DE TREM É NA VERDADE COMO VC ESTIVESSE PROCURANDO UMA PARADA, ONDE AS PESSOAS PENSASSEM NO COLETIVO DE FORMA PROATIVA E POR SER VIAGEM, PENSASSE NO FUTURO NA MODERNIDADE E NA PRESERVAÇÃO DE SUA ORIGEM. PENSANDO ASSIM PODERIAMOS PENSAR NA ESTAÇÃO CONGONHAS, MODERNA E SOFISTICADA, PARA ATENDER TODOS OS SEUS USUÁRIOS DE FORMA SEGURA, SEM A NECESSIDADE DE DESALOJAR O PASSADO. TECNOLOGIA NÃO FALTARÁ, O QUE FALTARÁ SÃO BOAS IDÉIAS E PESSOAS COMPROMISSADAS COM A SOCIEDADE.
TODAVIA, FALANDO EM TREM, PODERIAMOS SUGERIR UM TREM MODERNO, LEVE SOB-TRILHO - VLT, OU ATÉ MESMO UM AEROTREM, LEMRAM-SE DELE? LIGANDO A ESTAÇÃO CONGONHAS, PASSANDO POR CONCEIÇÃO, SERPENTEANO O IPIRANGA E CHEGANDO A CUMBICA, POR FIM, TERIAMOS ATENDIDO A NECESSIDADE URGENTE DE TRANPORTES DE LIGAÇÃO ENTRE AEROPORTOS, SEM GRANDES CONSEQUÊNCIAS, OU DEFORMAÇÕES AO LONGA DA CITY.
ASSIM SERIA O FINAL DA VIAGEM, ONDE TODOS CHEGARÃO FIRMES E FELIZES POR TER CONTRIBUIDO COM O MAIOR EVENTO FUTEBOLISTICO MUNDIAL, A COPA DO MUNDO DE 2014.
POR FIM, BOA VIAGEM A TODOS QUE ESTEJAM COM O PROPÓSITO DE VENCER O VENDAVAL DAS EMPRESAS AÉREAS E OS DEMAIS INTERESSADOS NESTE PROJETO SELVAGEM E DEMOLIDOR, APRESENTADO PELOS PODEROSOS DE PLANTÃO.
CONTRIBUIÇÃO DE UM CERTO PASSAGEIRO, QUE ACREDITA NA VONTADE COLETIVA, E NA FORÇA DOS MOVIMENTOS SOCIAS.
EDW:.31012009.
AMEA E LUTE.
A AMEA FARA CONVENIO OPERACIONAL COM O PROAM, ESTE ASSUNTO SERA LEVADO À PAUTA NA PROXIMA REUNIÃO DA DIRETORIA, QUE SE REALIZARA NO PRÓXIMO DIA 05.02.2009.
ResponderExcluirABS.
EDWALDO SARMENTO.
O Instituto
O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (PROAM) é uma organização não-governamental que estimula ações e políticas públicas com a finalidade de tornar o ambiente saudável, principalmente em grandes áreas urbanas. Fundada em abril de 2003, a ONG é presidida pelo ambientalista Carlos Bocuhy (conselheiro do Conselho Estadual de Meio Ambiente de São Paulo –Consema).
Desde sua fundação o PROAM faz levantamentos sobre a situação ambiental de regiões no estado de São Paulo, por meio de vistorias, denúncias e cobrança de soluções para os órgãos competentes. Além disso, a ONG desenvolveu a campanha ambiental “Billings, Eu te quero Viva!” e o programa Metrópoles Saudáveis. Este programa, atualmente em andamento, é coordenado pelo PROAM e apoiado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Diretoria
Presidente - Carlos Alberto Hailer Bocuhy
Vice-presidente - Mônica Bilton
Secretária Executiva - Silvana Iervolino Bocuhy
Tesoureiro - Mauro Frederico Wiken
www.proam.org.br
Este é o cenário visto pela Infraero. Como todos perceberam, o publico presente não fez diferença.
ResponderExcluirEdwaldo Sarmento:.
02.02.2009.
30/01 - Audiência pública debate EIA/RIMA de Congonhas
30/01/2009
Infraero
Representantes da Infraero apresentam EIA-Rima à população paulistana
O Aeroporto de Congonhas (SP) prepara-se para receber sinal verde da Prefeitura de São Paulo. Nesta quinta-feira (29/1) foi realizada, em São Paulo, audiência pública para apresentação e discussão do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do aeroporto.
O estudo foi feito pela empresa VPC/Brasil Tecnologia Ambiental e Urbanismo, contratada pela Infraero. O objetivo do documento é identificar os impactos causados pela atividade aeroportuária e propor adequações. Após analisar o EIA-Rima e a audiência pública, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA) determinará as condicionantes ambientais da licença de operação de Congonhas.
Cerca de 30 pessoas se manifestaram sobre a elaboração do projeto. A Infraero foi representada na audiência pelo superintendente de Meio Ambiente e Energia, Álvaro Valente, e pelo superintendente de Congonhas, Willer Larry Furtado, que apresentou breve histórico do Aeroporto de Congonhas e de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico da cidade de São Paulo.
“O aeroporto de Congonhas pertence à cidade de São Paulo e as obras serão feitas respeitando opiniões divergentes e como a sociedade assim o desejar”, afirmou o superintendente Willer Larry Furtado.
Debates
Durante a audiência, representantes de entidades ambientalistas e Ongs enfatizaram questões como a segurança, a poluição aérea e o grande crescimento nas regiões próximas ao aeródromo. O vice-presidente da Associação Brasileira da Empresas de Comissaria (ABECA), Miguel Costa, falou em nome dos funcionários terceirizados do Aeroporto de Congonhas. O ex- ministro da Defesa, Mauro Gandra, destacou a evolução da tecnologia aeronáutica. Moradores do entorno também foram ouvidos.
Assessoria de Imprensa/Infraero
imprensa@infraero.gov.br
Senhores observe o PAC DA COPA DO MUNDO
ResponderExcluirContra crise, governo aumenta recursos do PAC em R$ 130 bi
Valor representa um aumento em torno de 26% na estimativa feita no lançamento do programa, há dois anos
Leonencio Nossa, da Agência Estado
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BRASILIA - Como parte da estratégia do governo para combater os efeitos da crise econômica, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anuncia amanhã um aumento de cerca de R$ 130 bilhões nos investimentos públicos e privados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até o final do governo. O valor representa um aumento em torno de 26% na estimativa feita no lançamento do programa, há dois anos.
Leia a íntegra da reportagem na edição desta quarta-feira, 4, de O Estado de S. Paulo
Em entrevista às 10 horas no Palácio do Planalto, a candidata do presidente Lula para a disputa de 2010 enfatizará, segundo pessoas próximas dela, que o Estado não é parte do problema da crise, mas a solução. Por isso, a ordem é manter os investimentos e garantir o emprego e a renda.
Em uma série de conversas nos últimos dias, Lula e Dilma têm cobrado dos outros ministros maior empenho para acelerar o gasto do dinheiro previsto para as obras do PAC. Nos dois anos do programa, sobraram R$ 2,5 bilhões no caixa. O valor se refere a dinheiro colocado à disposição dos ministérios que não teve destinação alguma, por isso foi usado para pagar a dívida pública.
O Estado informou, no último domingo, que só em 2008 a sobra chegou a R$ 1,895 bilhão, um problema que preocupa o presidente e seus assessores. "Este ano temos de gerar empregos e para isso precisamos gastar o que for preciso", disse Lula na reunião ministerial da última segunda-feira, na Granja do Torto.
Além desses valores, o governo anunciará nas próximas semanas os investimentos em infraestrutura nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014. O PAC da Mobilidade Urbana, como é chamado pelos técnicos do governo, prevê melhorias no acesso aos estádios. Também é aguardado o anúncio de um plano de habitação, que prevê a construção de um milhão de casas populares até 2010 e incentivos para o setor da construção civil.
Wilson Gomes
Jd Oriental
03/02/2009
ResponderExcluirAudiência pública debate Aeroporto de Congonhas
Deputado Vicente Cândido participou, na última quinta-feira (29/1) da audiência pública, promovida pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e dirigida pelo secretário, Dr. Eduardo Jorge. Foi apresentado e discutido o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do Aeroporto de Congonhas. Que se prepara para receber sinal verde da Prefeitura de São Paulo.
O estudo foi feito pela empresa VPC/Brasil Tecnologia Ambiental e Urbanismo, contratada pela Infraero. O objetivo do documento é identificar os impactos causados pela atividade aeroportuária e propor adequações. Após analisar o EIA-Rima e a audiência pública, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA) determinará as condicionantes ambientais da licença de operação de Congonhas.
Durante a audiência, Cerca de 30 pessoas se manifestaram sobre a elaboração do projeto. A Infraero foi representada na audiência pelo superintendente de Meio Ambiente e Energia, Álvaro Valente, e pelo superintendente de Congonhas, Willer Larry Furtado, que apresentou breve histórico do Aeroporto de Congonhas e de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico da cidade de São Paulo.
“O aeroporto de Congonhas pertence à cidade de São Paulo e as obras serão feitas respeitando opiniões divergentes e como a sociedade assim o desejar”, afirmou o superintendente Willer Larry Furtado.
Os representantes de Associações de moradores, entidades ambientalistas e Ongs, se manifestaram protestando contra possíveis desapropriações e enfatizaram questões como a segurança, a poluição aérea e o grande crescimento imobiliário nas regiões próximas ao aeroporto. Os moradores estão muito preocupados com o fato da ampliação das pistas, o que causaria uma ampla desapropriação no entorno. O presidente da AMEA (Associação de Moradores do Aeroporto), Dr. Cadaval Junior, teve uma atitude enérgica em relação ao Relatório de Impacto Ambiental, pois muitos pontos não foram sequer tocados nesta delicada questão social.
Apoiando a causa dos moradores vários parlamentares estiveram presentes, em especial os deputados: Vicente Cândido, Arnaldo Faria de Sá, Carlos Gianaze os vereadores Alfredinho, Jamil Murad e Cláudio Fonseca. Dr. Nelson Luiz Piva, representante do movimento Defenda São Paulo, Dra. Dubravka, o vice-presidente da Associação Brasileira da Empresas de Comissária (ABECA), Miguel Costa, e o ex-ministro da Defesa, Mauro Gandra.
Copilado do Site:www.vicentecandido.com.br
A crise segundo Einstein
ResponderExcluir"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar 'superado'.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"
Albert Einstein
Foi o mestre quem disse:
Edwaldo Sarmento:.
Senhores
ResponderExcluirMatéria do VALOR ECONOMICO 10/02/2009
Acesso a aeroportos define destino de novatas
Estudos do ITA mostra que uso de Congonhas e Santos Dumont foi crucial para sucesso da Gol e
corte de tarifas
Roberta Campassi, de São Paulo
O acesso que a Gol teve aos principais aeroportos do país na época de sua criação foi
determinante para o sucesso da companhia e também para a queda dos preços de passagens, em
decorrência do aumento da concorrência. Essas são conclusões de um estudo concluído neste ano pelo
Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a pedido da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que,
embora analise o caso da Gol entre 2001 e 2004, apresenta debates semelhantes aos do atual momento
do setor aéreo: entrada e crescimento de novas empresas (como Azul e Webjet); uso de aeroportos
centrais e medidas para aumento da concorrência e redução de tarifas.
Elaborado pelo Núcleo de Economia dos Transportes, Antitruste e Regulação (Nectar), do ITA, o
estudo mostra que logo no primeiro ano de operações, em 2001, a Gol alcançou 10% de participação em
Congonhas, aeroporto paulistano que é o mais cobiçado do país. No fim daquele ano, a companhia
aérea conseguiu entrar no Santos Dumont, aeroporto central do Rio de Janeiro - mas não sem antes
enfrentar a resistência das concorrentes da época TAM, Varig e Vasp. Em 2002, a Gol já dominava 10%
dos voos na movimentada ponte-aérea Rio-São Paulo. A aérea também teve acesso ao aeroporto de
Pampulha, em Belo Horizonte. Na época, as autorizações eram dadas pelo antigo Departamento de
Aviação Civil (DAC) - hoje substituído pela Anac - que não seguia regras definidas para distribuição de
espaços em aeroportos.
O acesso ao "filé" da estrutura aeroportuária conjugado a uma estratégia de "baixo custo e
baixas tarifas" levaram a Gol a abocanhar participação crescente nos primeiros anos de vida, mostra o
levantamento. Ela saiu do zero, em janeiro de 2001, para quase 30% no fim de 2005. Outras empresas
não tiveram a mesma ascensão. É o caso da Webjet, criada em 2005, que não conseguiu crescer nos
dois anos seguintes e só iniciou uma rota ascedente depois que foi comprada pela operadora de turismo
CVC, em junho de 2007. Além de terem aplicado táticas diferentes - sendo que as da Gol foram mais
eficientes -, a Webjet não conseguiu operar em Congonhas, Santos Dumont e Pampulha.
"O acesso aos mercados lucrativos constituídos pelos aeroportos congestionados pode ser fator
crucial de distinção entre o sucesso e o fracasso da entrada de uma nova empresa no mercado", afirma
o estudo. Para seu autor e coordenador do Nectar, Alessandro Marques de Oliveira, o acesso à infraestrutura
é também um dos principais fatores que determina o grau de concorrência entre companhias
aéreas.
A presença da Gol em aeroportos importantes também fomentou uma redução geral de preços,
uma vez que as concorrentes TAM, Varig e Vasp ficaram mais expostas à operação da nova companhia.
Entre 2001 e 2003, segundo o estudo, a Gol conseguia ter custos em média 34% mais baixos que os das
rivais e seus preços (medido pelo "yield", ou seja, quanto cada cliente paga para voar um quilômetro)
eram em média 29% menores.
O estudo do Nectar estima que a presença da Gol em Congonhas fez os preços médios em voos
diretos caírem R$ 100,7 entre 2001 e 2004. Nesse período, a aérea detinha 14% de participação em
voos diretos no aeroporto. Mas, se essa fatia tivesse sido de 5% ou 1%, as reduções de preço também
teriam sido menores, de R$ 87,8 e R$ 83,2. "Quanto mais perto dos rivais, maior a competição", afirma
Oliveira.
As discussões do passado se repetem agora. Em 2001, mal havia começado a voar, a Gol
criticou Varig e TAM por fazerem oposição no DAC à entrada da nova empresa no Santos Dumont. Hoje,
a Azul tenta na Justiça operar no mesmo aeroporto e outras empresas como Webjet e OceanAir também
defendem a abertura do local, sendo que a TAM é contra. "Aeroportos no centro das grandes cidades,
como Congonhas, Pampulha e Santos Dumont, são muito mais práticos e atraentes para os passageiros,
por isso temos interesse neles", afirma Pedro Janot, presidente da Azul.
A Anac vem tomando diversas medidas para abrir aeroportos e elevar a competição, com o
argumento de que o consumidor será, assim, beneficiado com preços menores e serviços melhores. O
órgão editou, em 2008, regra para permitir a operação de mais empresas em Congonhas a partir de 2010
e defende o fim das barreiras no Santos Dumont e Pampulha, hoje fechados a certos tipos de voo. A
agência tenta extinguir os preços mínimos tabelados para passagens internacionais, mas vem
encontrando oposição da TAM.
W.GOMES
JD ORIENTAL
Como é de conhecimento geral,e depois de farta comunicação regional, todos sabemos que
ResponderExcluiramanhã dia 17.02.2009, as 19 horas, no auditório
> FRANCO MONTORO, na Assembléia Legislativa do Estado de São
> Paulo, teremos um sério compromisso com a defesa de nossas
> propriedades. Portanto, pedimos a todos que convidem o
> máximo de simpatizantes para a causa da desapropriação de
> residenciais do entorno do aeroporto de Congonhas.
>
> Conforme comentários anteriores,sugiro à quem possa,
> levar faixas onde esteja em destaque o nome da AMEA, este
> será um momento de mostrarmos que estamos jurídicamente
> organizados.
>
> Ats.
> A Diretria da AMEA.
> 16.02.2009.
>
Leila Deen é integrante da ONG Plane Stupid, que faz campanha contra a construção de uma terceira pista para aviões no aeroporto de Heathrow, na capital britânica.
ResponderExcluirEla disse que a iniciativa foi "o último recurso" depois que o processo democrático para impedir a ampliação do aeroporto falhou.
O governo britânico aprovou a construção da nova pista no mês passado, apesar da oposição de alguns parlamentares, moradores das proximidades do aeroporto e ativistas pela defesa do meio ambiente.
Deen, de 29 anos, disse à BBC que informou ao ministro que a substância esverdeada que trazia dentro de um copo era creme de ovos.
Segundo ela, Mandelson é um político que não foi eleito (ele foi nomeado para uma cadeira na Câmara dos Lordes do Parlamento) e que está do lado dos "interesses comerciais" em detrimento dos "interesses das pessoas e do planeta".
Para ela, uma "ação direta" é a melhor forma de se promover as mudanças já que ela e outros foram excluídos do processo democrático.
"Quando a democracia falha você tem que recorrer a qualquer meio necessário desde que seja pacífico e não ameace outros seres humanos", disse Deen.
"Peter Mandelson é a mesma pessoa que na verdade intimidou Ed Miliband (ministro para Energia e Mudanças Climáticas) e outros membros do gabinete para que aceitassem uma terceira pista que ninguém quer, uma terceira pista sobre a qual ninguém foi consultado e a que ninguém pode dizer 'não'."
Mandelson, por sua vez, qualificou o ato como "um protesto adolescente".
"Ela estava tão ocupada atirando o que parecia ser sopa verde ou coisa assim na minha cara que deixou de me dizer contra o que era o protesto, mas, como vocês podem ver, afortunadamente não era tinta e eu saí ileso", disse o ministro pouco depois do incidente, ao deixar o recinto onde estava e falar com os jornalistas. Mandelson estava sem o casaco que vestia quando foi atingido.
O governo britânico tem como meta reduzir as emissões de carbono do país em 80% até 2050.
w.gomes
18/3/2009
ResponderExcluirAeroporto: capacidade será quadruplicada
Multimodalidade
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Necessidade já reclamada há algum tempo pelo trade turístico e reconhecida pelo próprio Governo do Estado, a ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins deverá estar concluída até abril de 2014, antes da Copa do Mundo, da qual Fortaleza é candidata a subsede.
Os planos de crescimento foram alterados e o terminal aéreo deverá, agora, mais que quadruplicar a sua capacidade de recebimento, passando de uma estrutura que permite a movimentação de 3 milhões de passageiros/ano, para poder receber 13 milhões/ano.
Com este novo perfil, o aeroporto dará uma segurança aeroviária ao Ceará para os próximos 20 anos, segundo afirma o secretário estadual de Turismo, Bismarck Maia.
As mudanças e o cronograma foram apresentados na última sexta-feira pelo presidente da Infraero, Brigadeiro Cleonilson Nicácio Silva, em reunião com o governador Cid Gomes e Bismarck Maia. O projeto básico da ampliação, que dá um desenho das obras, prevendo o investimento a ser empregado, está em fase final de conclusão. A partir do documento, será licitado o projeto executivo, este já detalhado. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, o projeto executivo deverá ser entregue até outubro do próximo ano, quando está previsto o início do processo de licitação das obras. Estas estão previstas para começarem em 2011, e têm prazo de conclusão entre 24 e 30 meses.
"O presidente da Infraero veio para trazer esse cronograma, dando garantia e tranqüilidade de que o aeroporto estará pronto para receber os visitantes para a Copa, que esperamos estar incluídos entre as subsedes", afirma Maia. Segundo ele, os recursos vêm do Governo Federal. "Como é um projeto prioritário, não haverá problemas de falta de recursos. É uma espécie de PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] Copa. Após a escolha das cidades [para a Copa de 2014], serão feitos os trabalhos em cada uma das escolhidas, vendo as questões de mobilidade, infra-estrutura, capacidade nos aeroportos", acrescenta o titular da pasta de Turismo. De acordo com o próprio presidente da Infraero, existe a possibilidade de que as obras do terminal estejam concluídas ainda antes de outubro de 2013.
O aeroporto internacional foi inaugurado, em 1997, com uma capacidade de receber 2,6 milhões de passageiros por ano. Hoje, a movimentação já ultrapassa os 3 milhões. Desta forma, o Pinto Martins receberá um novo bloco, que poderá, sozinho, receber 8 milhões de passageiros/ano.
Antes, a previsão era de que os dois blocos, juntos, tivessem essa capacidade. Quando o novo bloco for inaugurado, o atual será interditado para obras, e poderá, quando pronto, receber mais 5 milhões de passageiros/ano. Assim, o Aeroporto Internacional Pinto Martins atingirá uma capacidade de movimentação de 13 milhões por ano.
Por Portal BrasilComex
w.gomes
Pessoal, gostaria de obter o telefone de alguem da associação. Para mim, ainda não ficou claro a área de desapropriação. Gostaria de ter mais informações a respeito do assunto.
ResponderExcluirGrato. rodrigo.adriana@uol.com.br
Rodrigo, favor escrever para amea51@ymail.com é importante sua luta junto com a gente.
ResponderExcluirwww.naoampliacaodecongonhas.com.br
Pessoal, aqui em Campinas_SP, estamos convivendo com a possibilidade de extinção de um dos últimos remanescentes do bioma cerradoe soterramento de pelo menos 49 nascentes. Isso sem dizer que os que foram desapropriados em 1986 pela infraero, não receberam até hoje as tais indenizações.
ResponderExcluirSenhores,
ResponderExcluirEu estou preocupado com o seguinte:É previsto que Governador Serra chegue até a Presidencia da República em 2011 e o Alquimin Governador do Estado. Então nós teremos Serra Presidente, Alquimim Governador e o Kassab que nós ja sabe inclusive as suas reais intenções.Como si livrar dos 3(três)nos poderes máximos da governança em? Acho que 2011, 2012,2013, anos que se aproxima a Copa do Mundo no Brasil, serão anos que teremos que fazer as maiores manifestações de rua no entorno do Aeroporto.
O que acham?
Boa noite colegas, meu nome é Marcos e sou morador aqui da Vila Fachini que fica localizada na altura do corpo de bombeiros do jabaquara.
ResponderExcluirColegas estava acompanhando o sofrimento de vcs meio de longe pois passo as vezes nas suas ruas e via as fachas de protesto sobre a desapropriação que sempre achei um absurdo ,pois quem deve sair daqui é o Aeroporto que nunca tera sua situação resolvida continuando assim no meio de uma região com tanta densidade demografica, digo isso tbem de proprio interesse pois os avioes na aterrisagem passam bem em cima da minha casa tbem .Porém o motivo de estar me comunicando tambem com vcs é de que agora nós moradores de parte da vila fachini e vila do encontro estamos na mesma situação de vcs ou talvez bem pior, pois esse Maldito Prefeito e O governador a qual eu ajudei a elege-los esta decidido e bem adiantado a trazer a boca do tunel da Agua espraiada para minha Rua e as demais que cercam o lugar, ja saiu no jornal zona sul infelizmente até o nome de minha rua.
Estamos simplesmente DESESPERADOS no bairro ninguem dorme mais , pois o projeto inicial seria o tunel vir até a imigrantes beirando o corrego da Espraiada a qual iria remover algumas favelas, porem esses moradores serao cadastrados e ganharao direito a moradia e o tunel desembocaria na ultima favela na beira da imigrantes conhecida como Imprensa. No entanto parece que o projeto foi modificado por grana novamente e agora o picareta do Engenheiro achou por melhor mudar todo o trajeto e vem direto para o nosso bairro , passando por baixo de Hospitais , postos de saude , alguns predios quase aqui no fim e devastanto nossas casas.Digo de Boca cheia ,ningueum quer ir embora daqui pois o bairro é muito bom para se viver, tem tudo perto; Metro, escolas boas, supermercados, saidas para todos os bairros, bombeiros e todo tipo de vantagens que é muito dificil de encontra hj longe do Metro, alem de que o bairro esta progredindo e agora colhemos os beneficios tão esperados a anos.
Não sabemos o que fazer ainda, ninguem acredita direito mas eu tenho o mapa em maos e esta em cima da minha rua o traçado.
Peço ajuda aos colegas para nos orientar e ja comecei até a juntar pessoas para fazer uma associação sobre o assunto tbem, gostaria de unir forças a vcs para que assim juntassemos os bairros e fazer algum barulho maior do que nós sozinhos aqui.
Por favor levem a sério meu pedido de ajuda.Somos todos moradores regulares que pagam impostos e há muitas casas de bom valor aqui nessa região, não somos favelados ou invasores de terrenos Publicos , Somos Moradores antigos como vcs.Vamos nos ajudar começando por prejudicar o Serra nas eleições.
Obrigado e no aguardo.
Gostaria de informações sobre o andamento do projeto e se pode haver desapropriação de areas no entorno. Att. Polyana
ResponderExcluirMonitoramento é a melhor solução para vocês identificarem os problemas e provar que estão acima do limite permitido, e talvez até multar o aeroporto...veja um exemplo que funcina muito bem: http://webtrak5.bksv.com/lax
ResponderExcluirhttps://www.linkedin.com/in/rafaelzocatelli/